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Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios

Visita às instalações da fábrica permite conhecer um pouco sobre a história do vidro e acompanhar a produção artesanal de peças decorativas. Atração especial é apreciar de perto a Maior Taça de Espumante do Mundo. Showroom e outlet oferecem boas opções para compras.

 

Madelustre: passeio guiado como nova opção de negócios

 

Toda atividade humana desenvolvida de modo organizado é passível de ser apresentada como um atrativo de turismo. E isso é válido para qualquer segmento constituinte daquilo entendido por Economia, desde os bem primordiais aos mais atuais: agricultura, comércio, indústria etc.

Entretanto, as de maior apelo são aquelas recuperando conhecimentos de técnicas ancestrais ou envolvendo, em parte ou no todo, trabalhos manuais desenvolvidos com maestria, como artesanato, bordado, cerâmica, culinária, desenho, escultura, pintura, serigrafia, tecelagem…

Percebendo essas possibilidades, uma pequena empresa localizada na Cidade de Garibaldi, um dos ícones de atração de visitantes da Serra Gaúcha, região de montanhas localizada a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, agregou mais potencial ao seu processo industrial.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
A Madelustre Industrial, fabricante de lustres, reunindo estruturas de madeira e peças de vidro, usou o setor de produção artesanal dessas últimas para deslumbrar crianças, jovens,adultos e Melhor Idade com o tour “O mundo do vidro e a magia da luz”

 

Madelustre: roteiro “O mundo do vidro e a magia da luz”

 

Especializada na produção de lustres, reunindo, num mesmo elemento, estruturas de madeira e peças de vidro, usou o setor de produção artesanal dessas últimas para deslumbrar crianças, jovens, adultos e Melhor Idade com o tour denominado “O mundo do vidro e a magia da luz”.

Trata-se da Madelustre Industrial, fundada em 1984, pelos irmãos Clóvis Furlanetto, Miguel Furlanetto e Rui Furlanetto. Em três décadas de atividades, criaram um empreendimento com 5.000 metros quadrados de área construída, empregando em torno de 80 pessoas, atualmente.

Com estrutura moderna, atende mercados brasileiro e de exportação. A equipe de Produção acompanha de perto novos processos tecnológicos; a Criação mantém-se atenta às tendências estéticas; e a Comercial é presença constante nas mais importantes feiras mundiais do setor.

Não faz muito, percebeu-se haver espaço para somar mais valor ainda a esse composto de qualidade. Bastava usar a ancestral história da produção do vidro como elemento introdutório a visitas guiadas pelo ambiente no qual se produz peças uma a uma, segundo técnica milenar.

Abertura do Centro de Recepção, decorado com painéis resumindo a trajetória da indústria do vidro; marcação de limites para circulação de pessoas no piso da fábrica; montagem de amplo showroom; e, treinamento do pessoal para atendimento aos turistas completaram o processo.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
A visita ao setor industrial da Madelustre possibilita ver de perto a produção das peças. Chama atenção o calor do recinto. Ele é irradiado a partir dos fornos aquecidos a 1.200 graus Célsius, permitindo a fusão de areias e outros elementos, matéria-prima do vidro

 

Madelustre: visitação é iniciada junto ao Memorial do Vidro

 

A visitação começa com explanação sobre a relação do ser humano com a produção do vidro, resumindo trajetória com cerca de 5.000 anos. Lendas imemoriais, fatos históricos, Teorias de Conspiração e outros detalhes são ressaltados numa narrativa capaz de impressionar a todos.

Dali, parte-se para o setor industrial, para ver de perto a produção das peças. Chama atenção, de imediato, o calor tomando conta do recinto. Ele é irradiado a partir dos fornos aquecidos a 1.200 graus Célsius, permitindo a fusão de areias e outros elementos, matéria-prima do vidro.

Para manter a temperatura em níveis aceitáveis, o espaço tem pé-direito alto, bastante arejado e sem impedimentos para a circulação. Os artesãos vestem uniformes leves, combinando camisas polo, calças compridas — ou mesmo bermudas — folgadas e calçados confortáveis.

Todos usam, também, equipamentos de proteção individual: máscaras de plástico rígido e transparente cobrindo olhos e luvas de material não-inflamável. Eles se movimentam muito, entre fornos, moldes, setor de modelagem, pontos de resfriamento, sem qualquer atropelo.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
Para uma temperatura aceitável, o espaço industrial da Madelustre tem pé-direito alto e é arejado, sem impedimentos para circulação do ar. Os artesãos vestem camisas polo, calças compridas — ou bermudas — folgadas e calçados confortáveis

 

Madelustre: turistas acompanham produção no chão da fábrica

 

Usando as canas — tubos de alumínio, com uns 0,20 de diâmetros e cerca de 1,50 metros de comprimento —, retiram pequenos volumes da massa incandescente, pastosa, das fornalhas. Com apoio dos moldes e, alternando sopros e rodopios rápidos, vão dando formas as peças.

Apesar de feitas uma a uma, por profissionais distintos, o domínio da técnica e a prática de longo tempo deixam todas iguais — há diferenças, mas são mínimas, não distinguíveis por olhos de pessoas comuns. Só mesmo experts têm capacidade para percebê-las e apontá-las.

Terminada a imersão, repete-se o roteiro tradicional de qualquer parte temático, hoje, no mundo: visita à loja com artigos, lembranças, presentes etc. No caso da Madelustre, isso fica a cargo do seu showroom, com enorme variedade de abajures, enfeites, luminárias, lustres…

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
Usando as canas — tubos de alumínio com uns 0,20 de diâmetros e cerca de 1,50 metros de comprimento —, os artesãos da Madelustre retiram volumes de massa pastosa das fornalhas. Usando moldes, alternando sopros e rodopios rápidos dão formas às peças

 

Madelustre: visita encerra com imersão no showroom e outlet

 

Há, também, um espaço outlet, no qual pode-se adquirir peças já fora de catálogo por preços mais em conta. O único senão dessa experiência singular diz respeito à acessibilidade. Mas a diretoria da empresa já está tomando as providências para resolver o problema muito breve.

Na passagem de um ambiente para o outro, é preciso vencer degraus de escadas, complicando a vida de pessoas com mobilidade reduzida. E showroom e outlet ficam num segundo andar. Vão ser construídas rampas e um elevador externo, panorâmico, unirá todos os pavimentos.

A visitação é oferecida de terça-feira a sábado, das 10:00 às 16:00 horas. Devido às normas de segurança, o atendimento está limitado a grupos de, no máximo, 15 pessoas por vez, ao custo de R$ 20,00 cada uma —esse valor pode ser descontado no total das compras lá realizadas lá.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
Concluída a imersão, repete-se o roteiro tradicional dos parques temáticos: visita à loja com artigos, lembranças, presentes etc. No caso da Madelustre, isso fica a cargo do seu showroom, com enorme variedade de abajures, enfeites, luminárias, lustres…

 

Madelustre: destaque para a Maior Taça de Espumante do Mundo

 

Além do Memorial do Vidro, acompanhamento da produção das peças, tentação das ofertas do showroom e aproveitamento das pechinchas do outlet, há outra atração especial nessa vista à. Ela é apreciada no início da visita, logo na chegada ao Centro de Recepção aos visitantes.

Ocupando lugar de destaque em meio àquela ambientação está a Maior Taça de Espumante do Mundo, com registro no Guinness World Records datado de 2014. Exposta ao centro de uma vitrine exclusiva, exibe imponência. Observada de perto a preciosidade, não se percebe falha.

Seu gigantismo é mesmo surpreendente: são 2,19 metros de altura — cerca de 50 centímetros acima da altura média do brasileiro, aí pelos 1,70 metros. A transparência do copo equilibrado sobre a leveza do conjunto torna impossível imaginar seu peso real, somando 33 quilogramas.

Apesar das dimensões exageradas, os detalhes brilham de tanta perfeição. Mesmo informados dela ter sido fabricada e, depois, montada em três partes, não se percebe emendas capazes de denunciar essa condição. É, realmente, uma obra de arte bem singular, sem qualquer dúvida.

A base, assentada sobre o piso, e o pé suportam um copo esguio, com capacidade para receber o conteúdo de 186 garrafas. Entretanto, o título foi alcançado com 134 — há margem para ser mantido por bastante tempo pois, no anterior, obtido na Ucrânia, foram utilizadas apenas 75.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
Visitantes do tour “O mundo do vidro e a magia da luz” posam junto à Maior Taça de Espumante do Mundo. Ela tem 2,19 metros de altura e pesa 33 quilos. O recorde foi obtido em 12 de outubro de 2013, com o copo sendo preenchido pelo conteúdo de 134 garras

 

Madelustre: equipe envolveu-se diuturnamente na produção da joia

 

A cerimônia de enchimento ocorreu em 12 de outubro de 2013, durante a Festa Nacional do Espumante — Fenachamp (a denominação do evento mudou, devido à marca de origem. Mas a sigla foi mantida). E materializou-se no sucesso das 20 pessoas envolvidas naquele desafio.

Uma grade equipe da Madelustre mergulhou por quatro meses no projeto. Da ideia inicial, passando pelo projeto até sua execução, foram muitas horas de trabalho, algumas vezes indo além do expediente normal da semana e até mesmo invadindo sábados, domingos e feriados.

Coordenado pelos irmãos e sócios Clóvis Furlanetto e Miguel Furlanetto, o designer Giorgio Padovan, com auxílio das arquitetas Carla Neheme Dermari e Rozângela Garziera Pietra, pôs no papel o projeto com suas dimensões reais, permitindo a montagem dos moldes necessários.

A peça foi sendo materializada em partes: primeiro, a base; depois, o pé; e, finalmente, aquela mais difícil, o copo. Nada ficou perfeito logo na primeira vez, exibindo muitas idas e vindas:  matéria-prima esfriando antes da hora, design mostrando-se imperfeito; vidro quebrando etc.

Até entregarem as peças para os cortes finais, feito com diamante, pelo especialista Jones Lazzari, obstáculo algum desanimou os 15 artesãos envolvidos no desafio, equipe cujos nomes merecem sempre ser lembrados e enaltecidos, aqui colocados em ordem alfabética:

  • Adinar Cezério
  • Alfeu Coutinho Silveira
  • Carlos Alberto Benini
  • Evandro Rabaioli
  • Fernando Romio
  • Henrique Alves Marques
  • Ivanor Reimers
  • Lucas de Souza da Silva
  • Marco Antônio Chisini
  • Marisa da Luz
  • Maurício Algaba dos Santos
  • Raquel Raminelli
  • Róbson César de Souza
  • Tânia Ferrari Andreolli
  • Tiago Panizzi

 

Madelustre: algumas imagens da produção de peças

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios

 

Madelustre: um pouco sobre a história do vidro

 

O vidro é encontrado em boa quantidade no meio ambiente, formado no resfriamento de lavas expelidas por vulcões. Misturado a rochas diversas, destaca-se pelo brilho das superfícies lisas e formas geométricas regulares. Na Ciência do homem, recebeu a denominação de Obsidiana.

Chegou a ser lapidado como utensílio no Período Neolítico, também conhecido como Período da Pedra Polida, era demarcada entre 10.000 e 3.000 anos antes de Cristo. Esse último limite marca o início do surgimento de lendas sobre vinculação do homem com a produção do vidro.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
Utensílios do Período Neolítico, ou Período da Pedra Polida, entre 10.000 e 3.000 anos antes de Cristo, feitos a partir do polimento de fragmentos da Obsidiana, vidro encontrado na Natureza, oriundo do resfriamento de lavas expelidas por vulcões

 

Madelustre: vidro produzido por raios na areia da praia

 

A teoria mais aceita, mais provável, para explicar como as antigas sociedades perceberam ser possível fabricar vidro veio da observação dos resultados produzidos pelos raios atmosféricos surgidos em meio a grandes tempestades após tocarem areias de praias do Mar Mediterrâneo.

Membros das civilizações egípcias e fenícias perceberam a formação de uma massa aquecida, pastosa, transparente, no ponto onde a descarga atingia o solo. Daí para reproduzir o processo usando calor gerado por fogueiras foi uma questão de tentativas, até obter o sucesso almejado.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
A teoria mais aceita para explicar como povos antigos perceberam ser possível fabricar vidro veio da observação dos resultados produzidos pelos raios atmosféricos surgidos em meio a grandes tempestades após tocarem areias de praias do Mar Mediterrâneo

 

Madelustre: técnicas de produção aprimoradas pelos séculos

 

Ao longo dos séculos, melhorando matéria-prima, aprimorando técnicas e variando manuseio, a produção de vidro foi sendo sofisticada. Assim, por volta dos 1.400 anos antes de Cristo, os artesãos egípcios moldaram suas primeiras peças soprando ar para o interior da massa pastosa.

O sucesso daquela iniciativa os levou a produzir pequenos objetos decorativos, tão admirados a ponto de serem confundidos com joias ou pedras preciosas. O encanto cresceu ainda mais a partir de experimentações com substâncias capazes de dar cores àquelas formas transparentes.

Após o fim do Egito Antigo, o Império Romano foi o responsável por expandir a admiração pelo vidro pelo Oriente Médio, redor do Mar Mediterrâneo e, praticamente, todo o território da Europa hoje conhecida. Nessa última, a produção do vidro alcançou o estado de pura arte.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
Em vermelho, domínios do Império Romano em seu auge, início do século II, anos 100. Os romanos expandiram o uso do vidro para todo o entorno do Mar Mediterrâneo, praticamente a Europa de hoje, o Oriente Médio e territórios entre Mar Negro e Mar Cáspio

 

Madelustre: Cidade de Veneza torna-se polo de produção

 

Durante a Idade Média, a Cidade de Veneza, situada a Nordeste da Itália, às margens do Mar Adriático, transformou-se em grande centro comercial. Sendo o vidro um dos produtos mais procurados, os empreendedores da época voltaram seus olhos àquela mercadoria tão lucrativa.

E partiram para reunir em oficinas, conhecidas como vidrarias, os mais competentes artesãos especializados na produção de vidro. Buscados em toda parte do mundo ocidental conhecido na época, eram contratados a “peso de ouro” para criar e confeccionar mais e mais novidades.

Não poderia ser diferente: a união de quantidade com qualidade levou ao aprimoramento dos processos de produção. Logo, o vidro comum atingiu um nível de sofisticação no qual passou a ser identificado por cristal — e seus produtores de destaque sendo apelidados de cristaleiros.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
Na Idade Média, a Cidade de Veneza, no Nordeste da Itália, às margens do Mar Adriático, transformou-se em grande centro comercial. Sendo o vidro um produto muito procurado, empreendedores da época voltaram seus olhos àquela mercadoria tão lucrativa

 

Madelustre: proeminência do Vidro de Murano ou Cristal de Murano

 

Com a concentração de ateliês cuja atividade lidava com fogo numa cidade na qual a maioria das edificações era de madeira, o risco de incêndios de grandes proporções só crescia. Assim, em 1291, eles foram transferidos para oficinas construídas com alvenaria, num local próximo.

Trata-se do Arquipélago das Ilhas de Murano, situado no lado Norte da Cidade de Veneza, logo sinônimo de cristais e vidros de qualidade. Essa fama foi consolidando-se ao longo do século XIV, os anos 1300, com a região tornando-se a maior produtora em toda a Europa.

Aos poucos, as técnicas de produção do Vidro de Murano, ou do Cristal de Murano, foi sendo disseminada mundo afora. Por exemplo, ela é utilizada na Madelustre Industrial na confecção das peças de vidro, exibida aos turistas durante a visita guiada pelo chão da pequena fábrica.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
A concentração de ateliês lidando com fogo numa cidade com edificações de madeira gerava risco de incêndios. Assim, em 1291, foram transferidos para oficinas de alvenaria nas Ilhas de Murano, ao Norte da Cidade de Veneza

 

Madelustre: detalhes sobre processo de produção do vidro

 

Ela começa no forno, com matéria-prima fundida. Bem afastado, devido à alta temperatura, o artesão ali imerge a ponta de um canudo de ferro no interior da massa. Após algumas rápidas naquela vara de metal, retira-a, trazendo uma bola de matéria incandescente na extremidade.

Sempre girando e controlando o resfriamento da massa, soprando ar através do tubo metálico, ele a transforma numa ampola. Colocando-a dentro de um molde, amplia o volume até chegar ao tamanho aproximado. Retira-a e, manualmente, faz ajustes até chegar ao formato desejado.

Para fazer ajustes na superfície da peça, ainda quente, usa folhas de jornal bem umedecidas. Pronta, coloca-a na seção de resfriamento gradativo e usa tesoura para cortar a ligação dela com a ponta do tubo de alumínio. Dali, volta ao forno para começar a produzir outra unidade.

 

Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios
Com o método desenvolvido na Ilha de Murano, o artesão, girando e controlando o resfriamento, soprando ar através do tubo metálico, transforma a massa incandescente numa ampola, ampliando o volume até aproximar-se do formato desejado

 

Madelustre: resumo dos elementos da composição do vidro

 

A matéria-prima básica do vidro é areia extraída de rios ou depósitos na natureza. Antes de ser utilizada, passa por etapas de padronização: peneira, para eliminar pedras; moenda, para melhorar a padronização dos grãos; e lavagem, eliminando presença de argila e orgânicos.

Antes de ir à fundição, pode ser enriquecida com barrilha, calcário, corantes, descorantes e outros itens, em função do tipo de cristal ou vidro buscado. Também pode receber substâncias com utilidades específicas para dinamizar o processo: fundentes, estabilizantes e vitrificantes.

Fundentes facilitam a fusão da matéria-prima; estabilizantes dão solidez àquelas misturas; e, vitrificantes aprimoram as qualidades do produto final. Alcançada a fusão, por volta os 1.300 graus Célsius, a borra surgida na superfície é retirada, purificando mais ainda a massa final.

 

 

O post “Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios” foi produzido por João Zuccaratto, jornalista especializado em turismo baseado na Cidade de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, em função da sua participação na edição 2018 do Encontro de Agentes de Viagem — Enbrav, a ser realizado de 4 a 7 de novembro de 2018, na Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Carlos Barbosa e Cidade de Garibaldi, ícones do turismo da Serra Gaúcha, região de montanhas situada a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, evento contando com o apoio dos seguintes empreendimentos e entidades: Adega Chesini, Associação Brasileira dos Jornalistas e Blogueiros de Turismo — Ajobtur, Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos — Aprovale, Centro Universitário Uniftec, Dall’Onder Grande Hotel, Fra Paisagismo, Gérson Bem Gastronomia, Giordani Turismo, Jornal Cidades da Serra, Léo Hendges Fotografia, Rádio Cidades Serra, Rede de Supermercados Paolo, Restaurante Fenachamp, Restaurante Portuguesa, Roteiro Caminhos de Pedra, Salumeria Caminhos da Serra e Valmo Pedrosso Som e Luz. O jornalista teve apoio pessoal da Rede Ficare de Hotéis.

A repetição de diversas expressões ao longo do conteúdo do post “Fábrica de lustres, da Cidade de Garibaldi, na Serra Gaúcha, Estado do Rio Grande do Sul, soma recepção de turistas no ambiente da indústria às suas opções de negócios” — como “Madelustre” — é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo!.

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• Jornal MG Turismo, da Cidade de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais;

• Jornal Turismo & Serviços, da Cidade de Vila Velha, litoral do Estado do Espírito Santo; e,

• Link de notícias do site da Associação de Jornalistas e Blogueiros do Brasil — Ajobture,.

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• Blog do Jornal Passaporte, da Cidade de Belém, capital do Estado do Pará:, e

• Facebook do Jornal Cidade Sorriso, da Cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul.

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