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Planejamento é fundamental para montar o quarto do bebê

Untitled-112O nascimento de um bebê faz com que muitos pais de primeira viagem idealizem o quarto perfeito para o filho. Fofura se torna a palavra-chave: móveis característicos e decoração com tema de bichinhos acabam sendo a principal escolha. Mas esse tipo de decoração tem um problema: em questão de meses pode se tornar obsoleta, e o dormitório terá de ser reformulado para acompanhar o crescimento da criança.

A arquiteta Nádia Manssur, da Manore Arquitetura, enfatiza que quartos de bebês têm prazo de validade e, por isso, defende que os projetos precisam visar o futuro. “O dormitório do bebê não precisa ser luxuoso, mas eficaz. É nisso que muitas pessoas pecam. Elas consideram apenas o espaço para o berço e o trocador e esquecem da mobília que deverá entrar ali no futuro.”

Mas, ao que tudo indica, esse comportamento dos pais está começando a mudar. É o que afirma o arquiteto Eduardo Henrique Brandão, do escritório Situar Projetos. Segundo ele, muitas famílias já estão buscando móveis mais flexíveis. “O mercado oferece soluções práticas, com itens que se adaptam ao crescimento dos pequenos. A marcenaria é uma delas.”

Um exemplo de móvel flexível é o gaveteiro, que pode se transformar em criado-mudo. É possível encontrar opções a partir de R$ 200. Outra dica é optar por berços que viram cama, que custam a partir de R$ 300.

Para não errar na escolha, prefira móveis com tons neutros.  As peças brancas e em madeira são boas opções.
“Os pais que quiserem ousar nas cores podem brincar com objetos e paredes”, explica a arquiteta Michelle Mariotto, da Midáideia, que também sugere tonalidades mais claras para bebês e mais vibrantes para crianças maiores.

 

Segurança e espaço

Independente da idade, os cuidados ao decorar um dormitório infantil não devem ser esquecidos: segurança e espaço para brincar devem ser a prioridade.

A arquiteta Nádia Manssur explica que devem ser reservados no mínimo 80cm de distância entre os móveis, para facilitar a circulação. “A região central do cômodo deve ser livre para as brincadeiras e os móveis não devem ser colocados perto de janelas”, aconselha.

Vale também prestar atenção nas quinas. “Brincar com formas arredondadas nos quartos confere um toque mais leve ao ambiente e traz segurança para a criança”, orienta Fabiana Mussi. 

 

Metro

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