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Dia da Indústria é marcado pela reflexão em celebração na CIC de Garibaldi

Dia da Indústria é marcado pela reflexão em celebração na CIC

A quarta edição da celebração do Dia da Indústria, promovida pela CIC, juntamente com representantes das empresas na noite de sexta-feira, 25 de maio, serviu para que se fizesse uma reflexão da atual situação do país que vive uma de suas maiores greves de caminhoneiros e, por consequência, um desabastecimento crescente. O salão de eventos da entidade ficou lotado para a promoção, que recebeu empresários de diversos setores da indústria local.

“O Brasil vive dias desafiadores e de perplexidade. A corrupção corre solta e ameaça o futuro do País. A economia não dá sinais de recuperação a não ser em alguns poucos setores, com indicadores pífios. Na contramão deste cenário nefasto, Garibaldi, através do trabalho árduo e sério dos empreendedores que lideram nossas empresas, é a expressão do Brasil Que Dá Certo, apesar de reconhecermos que as dificuldades impostas pela atual política econômica, também estão atingindo as nossas empresas. Enquanto empresários, nós estamos fazendo a nossa parte. Afirmo isso com absoluta convicção. Esperamos, sinceramente, que o Governo faça a sua, na direção da retomada do crescimento da economia e do aumento da competitividade da indústria”, enfatizou a presidente da CIC, Alexandra Nicolini Brufatto.

A confraternização teve o objetivo de proporcionar a troca de experiências entre os participantes com ambientes e espaços de convivência, mas também serviu como renovação de ânimo para enfrentar as atuais dificuldades, que já se prolongam desde alguns anos. O prefeito, Antonio Cettolin, disse que este dia deve ser comemorado pelo empenho e dedicação dos empresários, que são os responsáveis, através do seu trabalho, por carregar o Brasil, e não pelo momento em que o país se encontra.

Para o vice-presidente da Indústria da CIC, Gerson Luiz Simonaggio, os empresários estão no limite. “Os acontecimentos desta semana, que impactam o dia-a-dia de toda a nação, mostram que a classe produtiva como um todo está sufocada. Os caminhoneiros exercendo sua legítima prerrogativa de protestar, as demais classes produtivas sentindo os efeitos da paralisação, sem insumos para tocar a produção e sem ter como fazer chegar os bens produzidos até o consumidor. Este é um cenário caótico. O Governo precisa agir. É isso que a nação espera. Não temos mais tempo para medidas paliativas”.

Representando o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul, Juarez José Piva, fez uma menção ao projeto “Que Brasil que você quer para o futuro?”, que vem sendo desenvolvido pela TV Globo. “Se me perguntarem qual é o Brasil que eu quero, eu digo com toda certeza que é este representado por vocês, que fazem a diferença. Esse é o país que precisamos, de gente que trabalha mais, que luta mais. Eu não tenho crise, eu tenho vontade de fazer mais assim como vocês”, salientou.

A comissão organizadora, coordenada pela presidente e pelo vice-presidente da Indústria da CIC, foi formada por representantes das empresas Barichello Inox, Metalúrgica Benini, Calçados Bryton, Deazzo Estruturas Metálicas, Estofaria Sul, Frigorífico Chesini, Indústria de Móveis Novestar, Mapan, PK Engenharia e Construção, RS Sul Alumínio e PVC e Vinícola Courmayeur.

 

Cassius Fanti

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