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A Economia cresceu 0,8% no terceiro trimestre de 2018

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu 0,8% no terceiro trimestre deste ano na comparação com os três meses anteriores, informou nesta sexta-feira (30) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação ao terceiro trimestre de 2017, o crescimento foi de 1,3%.

Em valores correntes, o PIB no terceiro trimestre de 2018 alcançou R$ 1,716 trilhão, sendo R$ 1,464 trilhão do Valor Adicionado a preços básicos e R$ 252,2 bilhões dos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. A taxa de investimento foi de 16,9% e a taxa de poupança foi de 14,9%.

A agropecuária registrou crescimento de 0,7%, a indústria teve variação positiva de 0,4% e os serviços aumentaram em 0,5%. Entre as atividades industriais, houve alta de 0,8% na indústria de transformação. Tanto a indústrias extrativa quanto a construção tiveram variação positiva de 0,7%. A única queda foi de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%).

Nos serviços, todos os setores apresentaram resultados positivos: transporte, armazenagem e correio (2,6%); comércio (1,1%); atividades imobiliárias (1,0%); atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,4%); informação e comunicação (0,2%); outras atividades de serviços (0,2%); e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,1%).

No acumulado nos quatro trimestres terminados no terceiro trimestre de 2018, o PIB subiu 1,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Já no acumulado do ano, o PIB cresceu 1,1% em relação a igual período de 2017, informou o IBGE.

As atividades da indústria com resultado positivo no acumulado do ano foram indústria de transformação (2,3%) e eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (1,5%). Indústria extrativa teve variação nula e apenas a Construção (-2,6%) recuou.

Nos serviços, houve crescimento em atividades imobiliárias (3,0%); comércio (2,8%); transporte, armazenagem e correio (2,3%); outras atividades de serviços (0,9%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade (0,3%). O único resultado negativo foi de informação e comunicação (-0,4).

Na análise da demanda interna, considerando o acumulado no ano até setembro de 2018, a Formação Bruta de Capital Fixo e a Despesa de Consumo das Famílias cresceram, respectivamente, 4,5% e 2,0%. Já a Despesa de Consumo do Governo registrou variação de 0,3%. No setor externo, as Importações de Bens e Serviços apresentaram expansão de 9,4%, enquanto as Exportações de Bens e Serviços cresceram 1,5%.

Expectativa

A expectativa da maioria dos analistas era de uma alta entre 0,7% e 0,8%. Na visão dos economistas, a melhora no terceiro trimestre se deve principalmente à fraca base de comparação com o trimestre anterior – cujo resultado foi afetado pela greve dos caminhoneiros no final de maio.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País e serve para medir a evolução da economia. Em 2017, o PIB teve uma alta de 1%, após dois anos consecutivos de retração. Para 2018, a média do mercado prevê que a economia brasileira irá crescer 1,39% no consolidado no ano, segundo o último Boletim Focus do Banco Central, em linha com o esperado pelo governo (1,4%). Para o ano que vem, a expectativa para a expansão do PIB segue inalterada em 2,5%.

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